O presidente da França, Nicolas Sarkozy, criticou nesta segunda-feira, 22, o uso da burca pelas mulheres muçulmanas, insistindo que a vestimenta representa uma “humilhação” para as mulheres e que o hábito não será benvindo em seu paÃs.
Em discurso proferido perante o plenário do Parlamento francês, Sarkozy alegou que o uso da burca não tem a ver com religião, mas como a liberdade e a dignidade das mulheres. Segundo Sarkozy, a burca é “um sinal de subserviência, um sinal de humilhação” e “não será benvindo no território da República Francesa”.
“A burca não é um sÃmbolo religioso, é um sÃmbolo da subjugação, da subjugação das mulheres. Quero dizer solenemente que não será bem-recebida em nosso território”, afirmou, recebendo fortes aplausos.

Ok, concordo com o presidente da França. Agora o nosso presidente também poderia falar o mesmo das vestimentas das mulheres no Brasil…

Ou vai dizer que isso ai não é um sÃmbolo da subjugação, da subjugação das mulheres…













Nossa… concordo plenamente! Mon Dieu…….. é terrÃvel essa mania dessas mulheres se vestirem assim e ainda gostam. Enfim…. hehe
Concordo contigo!
Algumas mulheres querem ser sexys mas passam dos limites caindo no vulgar. E por muitas vezes as mulheres brasileiras são conhecidas foras do Brasil apenas por seus corpos…
O lamentável é que essas mulheres simplesmente não vêem que são tratadas como objetos, e não como as mulheres que realmente são…
Bem…
Beijos
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Só perca por tardia a entrada em vigor em Espanha da lei que proÃbe o uso de véu integral como é o caso da burca. Custa a acreditar que todas essas mulheres escolheram livremente estes adereços, sujeitando-se a uma vergonhosa segregação social, a uma indigna submissão, a uma falta de adaptação pela cultura e desrespeito pela normas de segurança dos paÃses de acolhimento. Como quer fazer crer a esquerda europeia, acenando hipocritamente com a bandeira da liberdade individual, isto não é um conflito entre o ocidente e o islão. O problema não está no traje mas naquilo que representa – a interpretação fundamentalista da Lei Islâmica onde não existe separação entre a religião e o direito. Só uma lição civilizacional de gerações mais novas que coloque a mulher num patamar idêntico ao do homem pode mudar mentes medievais.